quinta-feira, 12 de abril de 2012

Índice de criatividade das cidades


Economia Criativa nas Cidades 

Hoje em dia é comum demonstrarmos o poderio econômico de um país através de indicadores que nos dão uma real ou parcial significação. O PIB per capita - a soma de todos os bens e serviços/ano produzidos no país e divididos pelo número de habitantes, foi o primeiro índice que deu ênfase a segmentação global. O IDH, criado por Mahbub ul Haq e Amartya Sen, que é o índice de desenvolvimento humano. Este índice nasceu para ser contraponto do PIB e não considera apenas a dimensão econômica como significação, mas incorpora dois outros indicadores: a taxa de escolarização bruta e a esperança de vida ao nascer. 

Porém, no ambiente pós-moderno que vivemos atualmente ou parafraseando Milton Santos no “meio técnico-científico” é comum conhecermos novas formas de darmos significação ao que acontece nas diferentes escalas geográficas interdependentes que dão organicidade aos fluxos gerados através da lógica do capital. 

Criado em 2002 o Índice das Cidades Criativas permite uma nova significação dos indicadores precursores citados anteriormente. A base dos indicadores sustenta-se no tripé talentos-tecnologia- intolerância (ausência). Alguns países já largaram na frente. EUA, França, Japão e China já possuem esses indicadores e servem de subsídios para investimentos pontuais públicos e permite também a parceria público-privada. No Brasil a iniciativa foi da Fecomércio que iniciou um debate (no qual participei) que servirá como um startup para desenvolvermos em nosso país a cultura do empoderamento que, com certeza servirá de base de sustentação econômica, social e ambiental para um país mais humano e igual. 


Prof. Cleber

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