segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Metrô no Jd. Têxtil


Em nossas aulas, principalmente dadas nas 2ªs séries do E Médio, trabalhamos a reorganização espacial do Jd. Têxtil através do fenômeno da deseconomia de aglomeração. O “antigo bairro fabril” deu lugar a um bairro residencial com enorme adensamento através da verticalização de suas construções. 

Por esse motivo a região carece de um sistema eficiente de transporte coletivo e, estudos das Secretarias do Desenvolvimento e dos Transportes, decidiram implantar na região uma linha de trens metropolitanos (metrô). 

Parece fácil, mas como optar pelo melhor percurso? O caminho mais curto é o mais viável? 

Lógico que a decisão que será tomada em breve depende, entre outros, dos aspectos geológicos do bairro visto que o metrô será subterrâneo. Por isso observamos que, nestes últimos meses, o bairro está sofrendo algumas introspecções geológicas (ver fotos) para sabermos qual será o percurso e em que lugar será instalada a estação de embarque e desembarque. Apostem suas fichas.
Prof. Cleber



Núcleo de Cinema e Geografia

Na quarta-feira, dia 05 de outubro, assistimos o filme O último Imperador gratamente exibido pelo Núcleo de Cinema da escola. Foi uma experiência interessante porque conjugou o prazer de assistir um filme ricamente produzido em Hollywood com a matéria proposta no trimestre sobre o tema relacionado ao Japão.
Agradeço a todos.
Prof. Cleber



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A individualidade ficou para trás


Certo dia, li num livro sobre antropologia que o Brasil é um país sem ritmo nacional, uma orquestra a afinar-se. Gilberto Freyre queria referir-se ao povo brasileiro e sua extrema individualidade. Porém este argumento foi escrito no primeiro quartel do século passado e, infelizmente, detectamos esse fato até hoje. 

Nesta semana, pude observar, na prática, que este fato da individualidade de nosso escopo social, não só é verdade, como se acentuou com a nova arma da individualidade: a mochila de costas. Um vilão invisível para quem usa, e um incômodo para quem precisa de espaço seja em algum meio de transporte coletivo ou simplesmente no corredor de uma escola no horário de entrada ou de saída dos alunos. 

Utilizar mochila requer noção espacial, sem dúvida, mas usar o bom senso de respeitar o espaço dos outros é um exercício de cidadania e se conseguirmos atingir esses mínimos valores sociais teremos uma sociedade mais harmoniosa.
Prof. Cleber Garofolo