segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A individualidade ficou para trás


Certo dia, li num livro sobre antropologia que o Brasil é um país sem ritmo nacional, uma orquestra a afinar-se. Gilberto Freyre queria referir-se ao povo brasileiro e sua extrema individualidade. Porém este argumento foi escrito no primeiro quartel do século passado e, infelizmente, detectamos esse fato até hoje. 

Nesta semana, pude observar, na prática, que este fato da individualidade de nosso escopo social, não só é verdade, como se acentuou com a nova arma da individualidade: a mochila de costas. Um vilão invisível para quem usa, e um incômodo para quem precisa de espaço seja em algum meio de transporte coletivo ou simplesmente no corredor de uma escola no horário de entrada ou de saída dos alunos. 

Utilizar mochila requer noção espacial, sem dúvida, mas usar o bom senso de respeitar o espaço dos outros é um exercício de cidadania e se conseguirmos atingir esses mínimos valores sociais teremos uma sociedade mais harmoniosa.
Prof. Cleber Garofolo

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